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segunda-feira, 14 de novembro de 2011

Mais uma lágrima derramada por ti. Não sei a razão de ela vir. Só sei que hoje me deitei a pensar em tudo o que já nos aconteceu, em tudo por que passámos. Tenho saudades desses tempos, não o posso negar nem o vou fazer. E uma coisa é certa, gostaria de voltar a esses momentos. Mas como sempre, nunca sabemos quando é que as coisas acábam, ou começam ou até mesmo como acontecem e qual a sua duração. Não sabemos como isso ficará marcado em nós, se acontecem e são esquecidos, se apenas ficam na memória, ou se ficam na memória, na alma e no coração e a todo o custo queremos voltar a reviver tudo de novo.
O que sinto por ti ainda não desapareceu. E a grande questão é: Será que vai desaparecer?
Essa é a questão que todas as noites me assalta e á qual eu nunca sei responder. Será? Eu não sei.
Sei que todos os dias passo por todos os lugares que tão marcados por nós e que sempre me lembro de TUDO.
Mas hoje, humm, hoje não sei, hoje não passei por nenhum lugar nosso, mas, pensei em ti, e falei contigo, mais do que nos outros dias.
Mas agora, aqui deitada na cama, fui assaltada por tudo. Sonhos que tive contigo, momentos que aconteceram, aquilo que muito bem podia ter acontecido, mas não aconteceu. E hoje arrependo-me de não o ter feito e de sempre pensar que tinha-mos todo o tempo do mundo. E guardei, tudo para depois. E aqui está aquilo de que eu precisava, aprender finalmente o significado de " Não guardes para amanhã o que podes fazer hoje." Pois é, nunca deveria ter deixado para depois. Devia ter aproveitado enquanto podia, mas não aproveitei, e quanto a isso, já não posso fazer nada.
Isto acaba por ser apenas um múrmurio de uma rapariga imperfeita, que ama, que perdeu, e que já nã pode recuperar o seu primeiro amor, é um múrmurio de quem viveu um amor imperfeito, porque não soube fazer com que ele se torná-se perfeito.