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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Hoje fazemos 7 anos. 7 anos do melhor, 7 anos que passaram por nós sem dár-mos conta. Desde piqueninos que estamos juntos, no bem e no mal. Já passáram por nós muitas discuções, muitas noites ao relevo, bebedeiras, e noites apenas deitados lado a lado a olhar o teto. Por nós já passáram aqueles dias em que ia-mos de mão dada até á escola. Já passou no tempo, mas podes ter a certesa que no meu coração estas memórias, memórias que fazem da minha infância um conto de fadas, ficarão marcadas para sempre. Durante estes 7 anos, tu foste aquele que me ensinou tanta coisa, que me ensinou a andar de patins, a andar de bicicleta, agora ensinas-me a andar de moto. Foi contigo que tomei o primeiro cigarro, que apanhei a primeira bebedeira, que aprendi a dançar, e... principalmente foi contigo que passei o tempo mais maravilhoso do mundo. Tu sabes bem que és mais que irmão, és mais que a minha vida, és mais que amor para mim. Ás vezes ponho-me a pensar no futuro, se hoje, com 7 anos de amizade somos assim tão chegados, como seremos daqui para a frente? Como? No outro dia fiz-te esta pergunta e tu apenas me respondes-te "Bem melhor que agora" mostrei-me confusa, mas não me explicás-te, apenas puseste o braço por cima dos meus ombros e fomos dar um passeio. Hoje olho para trás, tu sabes que eu não faria tudo igual, é triste mas é a realidade, tu sabes que eu seria capaz de mudar muita coisa, aliás eu nem seria a única, eu sei que também mudarias. Sei que a cada dia que passa desejamos cada vez mais o passado de volta, que se pudéssemos..., mas não dá, não podemos. Aproveitamos o futuro que é o que a vida nos pode dar mais. Tenho muito para dizer, mas acontece que nem sempre me consigo exprimir da melhor maneira por escrito. Ás vezes o sentimento é tanto que nem as palavras servem, e os gestos parecem perder magia. Mas como eu, sei que também tens-me algo a dizer, mas que não encontras as palavras, os gestos certos. Por isso, vamos continuar, de mãos dadas, e ir caminhando, e ir tentando descobrir o que cada um tem para dizer.